Em solenidade realizada
no último dia 27 de outubro, a promotora de justiça e escritora Ana
Luiza Almeida Ferro, da 14ª Promotoria de Justiça Criminal da
Capital, recebeu o Prêmio Vianna Moog, pelo 3º lugar na Categoria Ensaio
do Concurso Internacional de Literatura da União Brasileira de
Escritores (UBE-RJ). A concorrida cerimônia de premiação ocorreu na
Academia Brasileira de Letras, no Rio de Janeiro (RJ).
A obra premiada da jurista, ainda não publicada, intitula-se Um Trem chamado Sonho, um Sonho chamado Academia, baseada em seu discurso de posse na Cadeira nº 12, patroneada por Joaquim Serra, da Academia Maranhense de Letras.
Recentemente, a
promotora de justiça também recebeu Diploma de Acadêmica correspondente
da Academia Cearense de Letras, fundada em 1894, a primeira no gênero no
Brasil, anterior, inclusive, à Aca demia Brasileira de Letras.
Em solenidade realizada no último dia 27 de outubro, a promotora de justiça e escritora Ana Luiza Almeida Ferro, da 14ª Promotoria de Justiça Criminal da Capital, recebeu o Prêmio Vianna Moog, pelo 3º lugar na Categoria Ensaio do Concurso Internacional de Literatura da União Brasileira de Escritores (UBE-RJ). A concorrida cerimônia de premiação ocorreu na Academia Brasileira de Letras, no Rio de Janeiro (RJ).
A obra premiada da jurista, ainda não publicada, intitula-se Um Trem chamado Sonho, um Sonho chamado Academia, baseada em seu discurso de posse na Cadeira nº 12, patroneada por Joaquim Serra, da Academia Maranhense de Letras.
Recentemente, a
promotora de justiça também recebeu Diploma de Acadêmica correspondente
da Academia Cearense de Letras, fundada em 1894, a primeira no gênero no
Brasil, anterior, inclusive, à Aca demia Brasileira de Letras.
Promovida pelo Ministério Público, por meio da 22ª Especializada
Promotoria de Defesa da Mulher, será realizada no póximo 24, uma
caminhada contra o Feminicídio.
A concentração será a partir das 8h, em frente a biblioteca Benedito Leito, na Praça Deodoro.
O Ministério Público do Maranhão inaugurou, no último dia 16, a sede da Promotoria de Justiça de Santa Quitéria. A cerimônia foi presidida pelo procurador-geral de justiça, Luiz Gonzaga Martins Coelho. Representando a Associação do Ministério Público do Estado Maranhão (AMPEM) o presidente da entidade classe, Tarcísio Bonfim, participou da solenidade. Para ele a inauguração de mais uma Promotoria de Justiça “é a renovação do compromisso do MPMA com esta cidade.
Se o Ministério Público hoje tem alta credibilidade, é porque temos homens e mulheres que trabalham diuturnamente em prol da sociedade”.
O promotor de justiça titular da comarca de Santa Quitéria, Luiz Eduardo Braga Lacerda, destacou a importância do trabalho desenvolvido e do apoio recebido. “Se hoje conseguimos prestar um serviço de excelência para toda a população de Santa Quitéria, é porque temos o apoio irrestrito da Administração Superior, que investiu nesta Promotoria de Justiça e acredita no nosso trabalho”, afirmou.
Já o procurador-geral de justiça, Luiz Gonzaga Coelho, ressaltou sobre os investimentos feitos nas estruturas das sedes das Promotorias de Justiça em todo o estado. “Estamos, de forma planejada e irrefreável, superando as dificuldades conjunturais de nossa economia.
Com muito esforço, estamos aprimorando as condições físicas estruturais, de equipamentos e de recursos humanos. Temos avançado muito e isso também tem sido reconhecido pelo CNMP e pela sociedade, destinatária principal das nossas ações”, citou. Participaram da solenidade membros e servidores do Ministério Público do Maranhão, representantes do Executivo, Legislativo e Judiciário locais, além de lideranças comunitárias e religiosas, prestigiaram a solenidade.
Mais uma etapa da campanha “Maranhão na Prevenção às Drogas” do Ministério Público do Maranhão foi lançada, no último dia 10, no município de Maracaçumé.
Representando a Associação do Ministério Público do Estado do Maranhão (AMPEM), o presidente da entidade de classe, Tarcísio Bonfim, participou do evento compondo a mesa dos trabalhos.
Para Tarcísio Bonfim, campanhas como estas são importantes para a conscientização da sociedade quanto ao uso indevido de drogas e de como são necessárias ações permanentes para a reabilitação dos dependentes. “É importante que esclareçamos para a sociedade os efeitos do uso de entorpecentes. Além disso, devemos dialogar sobre a forma que se deve recuperar as pessoas que são dependentes. A promoção desses projetos do MP é muito significativa para todos”, afirmou. Além de Maracaçumé, as cidades de Boa Vista do Gurupi, Amapá do Maranhão, Centro Novo do Maranhão e Junco do Maranhão aderiam à campanha simultaneamente.
O promotor de justiça da 1ª Promotoria de Justiça de Maracaçumé, Saulo Jerônimo Leite Barbosa de Almeida, coordenou o evento e proferiu a palestra de abertura “Quem escolhe o seu caminho? Você ou as drogas?”. Saulo orientou sobre prevenção e reforçou a importância de todos se envolverem nessa luta. “É preciso que os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário assumam a responsabilidade de criar mecanismos efetivos para combater o consumo desenfreado das drogas, que vem destruindo inúmeras famílias”.
O projeto “Maranhão na Prevenção às Drogas” é desenvolvido pelo Ministério Público do Maranhão em parceria com as instituições que compõem o Comitê Estadual de Prevenção às Drogas, composto pelo órgão ministerial, Poder Judiciário Estadual, Poder Legislativo e Polícia Rodoviária Federal, com o apoio do Governo do Maranhão e da Federação dos Municípios. O evento contou com a presença de autoridades, membros do Ministério Público e estudantes das cidades participantes da campanha.
Mulheres, autoridades, parlamentares e representantes de instituições se reuniram, no último dia 13, em audiência pública na Assembleia Legislativa, para discutir sobre o aumento da violência contra a mulher no estado do Maranhão.
Representando a Associação do Ministério Público do Estado do Maranhão (AMPEM), o primeiro vice-presidente da entidade de classe, Gilberto Câmara, participou da audiência compondo a mesa de trabalhos. Para ele, é de extrema importância e urgência o tema ser discutido. “As mulheres sofrem diversos tipos de violências diariamente.
E, este aumento, só nos mostra que é necessário a discussão sobre o tema e ações efetivas para estas violências serem combatidas”, afirmou Gilberto. O evento foi proposto e coordenado pela deputada estadual Valéria Macedo que é procuradora da Mulher no Parlamento maranhense, e marcou o encerramento da Semana de Combate ao Feminicídio.
Os parlamentares Eduardo Braide, Bira do Pindaré, Roberto Costa, Francisca Primo, Ana do Gás e o deputado federal Vitor Mendes participaram da audiência. Dentre outras autoridades, a mesa de debate foi composta pela coordenadora das Delegacias da Mulher do Maranhão, Kazumi Tanaka, a chefe do Departamento de Feminicídio do Maranhão, Viviane Azambuja, a secretária de Estado da Mulher, Terezinha Fernandes, a defensora pública da mulher, Lindevânia de Jesus Martins Silva, a vereadora de São Luís, Bárbara Soeiro, a representante do Grupo de Mulheres, Maria Lúcia Gato, a representante do Fórum Maranhense de Mulheres, Mary Ferreira, a juíza titular da 2ª Vara da Mulher da Capital, Lúcia Helena Barros Heluy, a comandante da Patrulha Maria da Penha, Cel. Maria Augusta de Andrade, da Polícia Militar e a coordenadora da Casa da Mulher Brasileira, Susan Lucena. Com informações Assembleia Legislativa do Maranhão
Na próxima sexta-feira, 17, a Associação do Ministério Público do
Estado do Maranhão (AMPEM), realizará sua tradicional festa em
comemoração ao Dia do Aposentado. O evento acontecerá a partir das
19h30, na sede da entidade de classe.
Na programação está incluso um jantar dançante, com música ao vivo e um buffet especial.
Com
o apoio da Associação do Ministério Público do Estado do Maranhão
(AMPEM), o Ministério Público do Maranhão realizou, no período de 6 a 8
de novembro, a premiação dos alunos que participaram do projeto “Ler,
Escrever e Pensar: conscientizar para transformar”, nas cidades de
Amarante do Maranhão, Senador La Rocque, Carolina e João Lisboa.
No total, 24 estudantes do 9° ano e do ensino médio foram premiados no concurso de redação do projeto.
A iniciativa propôs discutir o tema da corrupção nas escolas públicas.
Este ano, o livro adotado foi “O que faz o brasil, Brasil?”, do autor
Roberto DaMatta.
Idealizadora da ação, a promotora de justiça de João Lisboa, Maria José
Lopes Corrêa, nos eventos, agradeceu a todas as instituições de ensino,
professores e alunos que se envolveram no projeto. Ela declarou que a
participação da comunidade escolar foi fundamental para o sucesso das
ações. “Nós agradecemos a todos pelo envolvimento, pelo empenho, pelas
discussões. Por saber que tanta gente vai sair daqui com esta vitória,
que é a consciência para agir corretamente e cobrar das instituições
lisura e transparência para, então, transformar a realidade do nosso
país”, ressaltou.
O diretor da Secretaria para Assuntos Institucionais, Marco Antonio
Santos Amorim, representou o procurador-geral de justiça, Luiz Gonzaga
Martins Coelho, nas solenidades. Em seu pronunciamento, interagiu com os
jovens e frisou que a expressão “ter sucesso na vida” vai além dos
salários altos. Explicou que o êxito consiste em ter um objetivo de vida
e alcançá-lo com dignidade. “Se você quer ser um professor, um médico,
um advogado, um enfermeiro, o seu único concorrente é você. Não importa
se você mora em uma capital ou na menor cidade do país. Pela educação,
você pode tudo”, argumentou o promotor de justiça.
Representantes do Poder Judiciário e Legislativo; das secretarias
Estadual e Municipais de Educação; Polícia Militar; Igrejas Católica e
Evangélica; alunos e professores das escolas participantes também
prestigiaram os eventos nos municípios.
AMARANTE DO MARANHÃO
Em Amarante do Maranhão, o evento foi realizado no dia 6 de novembro, no Centro de Ensino Dilson Funaro.
Na ocasião, o promotor de justiça titular da comarca, Eduardo André de
Aguiar, explicou o que significa a expressão ‘jeitinho brasileiro’ e
destacou os pequenos atos de corrupção no dia a dia. Ele também informou
que, só no município de Amarante do Maranhão, foram distribuídos mais
de 900 exemplares do livro “O que faz o Brasil, Brasil”.
Em seu discurso, Eduardo Aguiar citou exemplos de como a corrupção
atinge diretamente a vida da população. “Por causa da corrupção, a
merenda escolar não é suficiente para todas as crianças; as obras
públicas se perdem porque não são concluídas no prazo; faltam remédios
nos postos de saúde. E tantas outras coisas deixam de ser realizadas ou
ofertadas para uso público por causa do dinheiro desviado”, pontuou.
Pelo 9ª ano, ganharam em primeiro, segundo e terceiro lugar,
respectivamente: Nohamy de Sousa Paiva Reys, Joenilson da Silva Jardim e
Rodrigo Soares da Silva. Do ensino médio, foram contemplados com o
primeiro, segundo e terceiro lugar Lorena Sâmia Miranda de Sousa,
Mirelly de Sousa Roque e Victória Lima de Carvalho.
SENADOR LA ROCQUE
Na tarde do dia 6 de novembro, a premiação do “Ler, Escrever e Pensar:
conscientizar para transformar” foi realizada em Senador La Rocque, no
salão paroquial da Igreja Matriz.
Durante o evento, o promotor de justiça titular da comarca, Edson de
Miranda, destacou a importância do acompanhamento familiar no
desenvolvimento da criança e criticou o excesso do uso de aparelhos
eletrônicos. “A presença dos pais, o seu interesse pela rotina do filho
são fundamentais. Mas, infelizmente, vemos que hoje os pais dedicam mais
tempo aos aparelhos eletrônicos que aos filhos. Como ensinar o que é
certo e errado se não temos tempo para nossas crianças? E como as
crianças seguem o exemplo dos pais, elas começam a participar desse
mundo virtual cada vez mais cedo”.
Do 9º ano foram vencedores com o primeiro, segundo e terceiro lugares:
Amanda Maérica da S. Guimarães, Cilene Silva Santos e Patrícia de Araújo
Pereira. Do ensino médio, ficaram em primeiro, segundo e terceiro
lugares: Welia Kayonaria Lima Silva, Bárbara Mariana Passos, Cidileia de
Sousa.
CAROLINA
Na manhã do dia 7 de novembro, a premiação aconteceu no município de Carolina, na Igreja Central Assembleia de Deus.
Durante o evento, o promotor de justiça titular da comarca, Marco Túlio
Rodrigues, mostrou os diversos trabalhos realizados pelos estudantes
nas escolas. Além das redações, vídeos, peças de teatro, músicas,
paródias, dentre outras atividades foram alvo da temática da campanha
para conscientizar os jovens do combate à corrupção.
“Estou orgulhoso dos alunos que se engajaram nas atividades para
discutir a temática. Espero que todos aqui possam buscar um futuro
melhor e esse caminho passa, necessariamente, pela educação”, afirmou.
Pelo 9ª ano, ganharam em primeiro, segundo e terceiro lugares,
respectivamente: Thaís Morais dos Santos, Patrícia Silva Sousa e
Alandelonson Salustino Ferreira. Do ensino médio, o primeiro, segundo e
terceiro lugar foram: Camila Rocha de Sousa, Flávio Moreira de Araújo
Júnior e Milena Santos Valadares.
Na manhã do dia 8 de novembro, foi a vez dos estudantes de João Lisboa
serem premiados. O evento foi realizado na quadra poliesportiva Genival
Bezerra.
A coordenadora do projeto, promotora de justiça Maria José Lopes
Corrêa, depois de agradecer o empenho de todos os envolvidos, destacou a
importância da parceria entre instituições para a obtenção dos
resultados com a implementação desse trabalho. “Precisamos que o cidadão
brasileiro compreenda que a corrupção em nível político e governamental
é um reflexo do que acontece em nossa sociedade, no cotidiano da grande
maioria das pessoas”
Ela ressaltou que o Ministério Público desenvolve atividades de combate
à corrupção em todas as frentes, da mesma forma que procura as vias
judiciais para punição de administradores corruptos e a restituição de
verbas ao erário. “O MPMA atua de forma preventiva ao levar o cidadão à
reflexão sobre os mecanismos de que dispõe para alcançar esse objetivo,
dentre eles a prática cotidiana da honestidade”, enfatizou a promotora
Maria José Lopes Corrêa.
Pelo 9ª ano, ganharam em primeiro, segundo e terceiro lugares: Nallyja
Fernanda Simplício Barbosa, Mirian da Silva Meneis, Antonio Sanyel. Do
ensino médio, o primeiro, segundo e terceiro lugar foram: Sanny Emanuely
Silva Leal, Caio dos Santos Sousa e Maria Gabriela Sales da Silva.
O projeto vai premiar ainda mais cidades no Maranhão.
Na última terça-feira, 7, foi aberto o
seminário “Conhecendo a História Africana e Afro-brasileira no auditório
da Procuradoria Geral de Justiça. O objetivo do seminário é efetivar o
ensino das histórias africana, afro-brasileira e indígena nas as escolas
do estado do Maranhão.
Representando a Associação do Ministério Público do Estado do Maranhão
(AMPEM), o presidente da entidade de classe, Tarcísio Bonfim, participou
da abertura compondo a mesa de trabalhos. Para ele, o tema tem grande
importância a ser dialogado. “É importante que possamos expandir nas
escolas maranhenses sobre a história afro-brasileira, africana e
indígena, pois também fazem parte da história da formação do nosso país e
de nosso estado”, afirmou o presidente.
Organizado pelo Centro de Apoio Operacional de Direitos Humanos
(CAOp-DH), o evento teve como referência as leis nº 10.639/2003 e nº
11.645/2008, que preconizam o ensino obrigatório do referido conteúdo
nos currículos das escolas brasileiras. Membros do MPMA, gestores,
professores e representantes de entidades do movimento negro
acompanharam o seminário.
No encontro, o MPMA informou que expedirá uma Recomendação aos
prefeitos e gestores da educação, concedendo prazo até março de 2018
para a inclusão dos temas nos currículos escolares dos municípios.
Também será encaminhada uma orientação técnica para efetivar a oferta do
conteúdo, que poderá ser adequado a matérias já existentes na grade
curricular.
A coordenadora do CAOp-DH, procuradora de justiça Sandra Lúcia Mendes
Alves Elouf, informou que, durante o último mês de maio, o MPMA reuniu
gestores da educação, representantes da área de Direitos Humanos e do
movimento negro para debater a efetivação do ensino e o cumprimento da
legislação. “Além do mapeamento do que já foi implementado nos
municípios maranhenses, o Centro de Apoio discutiu políticas públicas
para assegurar a transmissão dos referidos temas”, acrescentou.
Em seu discurso, o procurador-geral de justiça, Luiz Gonzaga Martins
Coelho, ressaltou que a história dos negros africanos que vieram para o
Brasil e de seus descendentes precisa ser conhecida, bem como a dos
indígenas, como forma de reparar simbolicamente as consequências da
diáspora africana. “Daí, a importância do projeto do CAOp-DH, visando à
criação de meios para a implementação deste ensino”, disse.
Luiz Gonzaga Coelho acrescentou que a medida pedagógica está prevista
em lei e que não há motivo para o seu descumprimento. “Ao não
possibilitar esta reconstrução, o município viola os direitos
fundamentais, garantidos internacionalmente e no texto constitucional”,
completou.
Apesar da previsão legal de medidas repressivas, em caso de
desobediência, o procurador-geral garantiu que o MPMA busca o diálogo
com as administrações municipais. “Juntos podemos encerrar esta dívida
histórica com nosso povo, em especial com crianças e adolescentes que
têm direito à memória de sua formação histórica”.
O secretário de estado da Educação, Felipe Camarão, comentou que o
Maranhão é um dos estados com maior população negra do país e, por isso,
tem o dever de efetivar o ensino de história africana e
afro-brasileira. “Vejo que o MPMA, todos os gestores municipais e
representantes de instituições e entidades estão discutindo estes temas
com muita seriedade e propriedade. Quero parabenizar o empenho de
todos”, declarou.
A Associação do Ministério Público do Estado do Maranhão (AMPEM) firmou
convênio com a clínica odontológica HRT Odontologia Especializada,
localizada no Edifício Michelangelo, no bairro Renascença II.
Os membros associados terão o desconto de 20% para pagamentos à vista e 15% para pagamentos parcelados nos serviços oferecidos.
Para mais informações entre em contato com a clínica pelo número
(98)3235-6782. Ou entre em contato com a AMPEM no número (98) 3304-5480.