Promotor de Justiça Saulo de Almeida defende tese no 23º Congresso Nacional do Ministério Público

Na quinta-feira, 5, o promotor de Justiça Saulo Jerônimo Leite Barbosa de Almeida, da Comarca de Presidente Dutra, defendeu sua tese, no 23º Congresso Nacional do Ministério Público que acontece até esta sexta, dia 6.

O tema trabalhado por Saulo de Almeida é sobre o “Acordo de Não Persecução Penal e a Obrigatoriedade da Ação Penal”.

A tese, aprovada por unanimidade, trata da viabilidade do acordo de não persecução penal, sem ofender o princípio da obrigatoriedade da ação penal. Segundo o texto, o acordo visa a enxugar o sistema de justiça criminal, retirando do judiciário a criminalidade de média gravidade, que são aquelas com pena mínima inferiores a 4 anos e sem violência e grave ameaça.

De acordo com o promotor de Justiça, trata-se de uma tendência mundial, que privilegia a justiça consensual nessa modalidade criminosa, permitindo que a justiça penal se debruce com mais atenção na criminalidade mais grave.

Na Paraíba, AMPEM participa da cerimônia de posse do Procurador-Geral de Justiça do MPPB

O presidente da Associação do Ministério Público do Estado do Maranhão (AMPEM), Tarcísio José Sousa Bonfim, participou nesta quinta-feira, 29, da posse do procurador-geral de Justiça, do Ministério Público da Paraíba, Francisco Seráphico Ferraz da Nóbrega Filho. Ele foi reconduzido ao segundo mandato, para o biênio de 2019-2021.

Tarcísio Bonfim participou da solenidade

Na ocasião, Tarcísio Bonfim também representou a A Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (CONAMP).

A programação de posse começou na quinta-feira pela manhã, com missa em ação de graças, na Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe, no Cabo Branco. Francisco Seráphico encabeçou a lista tríplice escolhida por membros do Ministério Público e encaminhada ao governador. A eleição ocorreu no último dia 29 de julho e o promotor de Justiça obteve 179 votos, correspondendo a mais de 90% dos votantes. A confirmação da sua recondução ao cargo de PGJ foi feita no Ato Governamental 2.294, que trouxe sua nomeação, publicado no Diário Oficial do Estado no dia 08 de agosto.


procurador-geral de Justiça reconduzido ao cargo,
Francisco Seráphico

Em seu discurso, o procurador-geral, destacou que nos últimos dois, buscou conduzir o MP em torno de uma pauta institucional e de avanços administrativos e cumprir as funções constitucionais de forma independente e harmônica. “Desejo de continuar a luta num processo de construção constitucional contínuo e permanente”, disse.

A cerimônia contou com a participação de diversas autoridades.

Com informações MPPB



Presidente da AMPEM participa de reunião do Conselho Deliberativo da CONAMP em Alagoas

O presidente da Associação do Ministério Público do Estado do Maranhão (AMPEM), Tarcísio José Sousa Bonfim, participou da reunião do conselho deliberativo da CONAMP nesta quarta-feira, 28, em Maceió (AL). O encontro foi organizado pelo presidente da Associação do Ministério Público de Alagoas (Ampal), Flávio Gomes da Costa, e contou com a presença do procurador-geral de Justiça do Ministério Público Estadual de Alagoas (MPAL), Alfredo Gaspar.

Abuso de autoridade, reforma da previdência, redução de férias, demissão administrativa, regulamentação do teto do funcionalismo público, eleições e acesso a cargos, e mudanças no Código de Processual Penal foram alguns dos itens da pauta.

Ato contra PL de abuso de autoridade

Na oportunidade, integrantes do conselho deliberativo participaram de ato público contra sanção do PL de abuso de autoridade (PL 7596/18) ao lado de promotores, procuradores de justiça e servidores do MPAL.

A manifestação ocorreu no prédio onde funciona o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), braço do MPAL no enfrentamento à corrupção e às facções criminosas.

O presidente da CONAMP, Victor Hugo Azevedo, na ocasião, lembrou que a entidade já enviou ofício ao presidente da República apresentando uma série de argumentos técnicos e jurídicos quanto às inconstitucionalidades, inclusive por vícios formais, inadequações e riscos da proposição ao funcionamento do sistema de Justiça. 
Confira o documento aqui.

Com informações CONAMP

Ato público contra o PL de abuso de autoridade é realizado pela AMPEM e diversas entidades do judiciário

Fotos: Romeu Sousa

Membros do Ministério Público, Judiciário, Polícias e representantes da sociedade civil, reuniram-se, nesta sexta-feira (23), na sede das Promotorias de Justiça da Capital, para manifestar contra o PL de Abuso de Autoridade, n. 7596/17, aprovado na Câmara Federal no dia 14 de agosto.

O ato foi organizado pela Frente Associativa da Magistratura e do Ministério Público do Maranhão (Frentas-MA), em conjunto com a Associação do Ministério Público do Estado do Maranhão (AMPEM) e diversas entidades.

A manifestação começou com o canto do hino nacional e em seguida os representantes das instituições presentes, deram início à suas falas em prol do sistema judiciário.

Fotos: Romeu Sousa

O presidente da AMPEM, Tarcísio José Sousa Bonfim, um dos coordenadores da Frentas-MA, em seu pronunciamento, destacou que a manifestação é sobretudo para chamar atenção da sociedade brasileira sobre “o momento que as instituições da República, que têm a função de trabalhar para combater a criminalidade, estão sendo atacadas de forma organizada e orquestrada”.

Tarcísio Bonfim ressaltou sobre a rapidez em que foi votado o PL na Câmara Federal, sem que o tema tivesse sido devidamente debatido em conjunto com a população e a sociedade civil. “Devemos perguntar se a celeridade com este tema de interesses, que movimentou atuação dos deputados para aprovação do projeto, está em sintonia com a pauta de reivindicação da sociedade brasileira. ”, questionou.

“Pedimos o veto integral do PL ao presidente da República, porque entendemos que na sessão daquele dia [na Câmara dos Deputados] o regimento não foi cumprido, o processo Legislativo Constitucional foi desrespeitado, ensejando uma inconstitucionalidade formal a este projeto”, concluiu.

Foto: Romeu Sousa

Ângelo Santos, presidente da Associação dos Magistrados do Maranhão (AMMA) e também coordenador da Frentas-MA, ressaltou que o PL tenta criminalizar o exercício de funções essenciais da magistratura, Poder Judiciário, do Ministério Público e das polícias. “O projeto aprovado vai na contramão dos anseios da sociedade brasileira que tem clamado por combate à criminalidade, combate a corrupção”, disse ele. “Nós temos uma Legislação atual vigente sobre o tema, se ela necessita de atualização que possamos debatê-la, discuti-la e amadurecê-la”, declarou.

O procurador-geral de justiça, Luiz Gonzaga Martins Coelho, considera que este PL representa riscos para todos os órgãos do sistema de justiça. “O texto aprovado pelo parlamento federal traz, em seu conteúdo, expressões genéricas, imprecisas e subjetivas com conceitos jurídicos indeterminados. Com isto, facilita a abertura de procedimentos temerários e investigações contra os agentes públicos que combatem a corrupção em nosso país”, ponderou Luiz Gonzaga. 

Foto: Romeu Sousa

O secretário adjunto de Segurança Pública do Maranhão, Saulo Ewerton, no ato representando o secretário de Segurança Pública do Maranhão, Jefferson Portela, comentou sobre alguns dos pontos negativos do projeto. “Está claro que essa Legislação visa proteger os políticos e que não seguiu os tramites corretos e nos tipos penais que ela indica há incorreções”, afirmou ele.

Carlos Eduardo Evangelista, representante da Associação dos Magistrados do Trabalho da 16ª Região apontou que o “Projeto de Lei 7596/2017, enquanto afirma está combatendo o abuso de autoridade, está, na verdade, inviabilizando o exercício das atribuições próprias dos poderes do Estado”. Ele completa que já existem corregedorias locais e Conselhos Superiores. “A sociedade já está protegida dos excessos”, evidenciou.

O representante do Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais do Maranhão, Tony Wolff De Andrade, salientou que “autoridades estão indo para os bancos dos tribunais sendo julgados como qualquer pessoa que comete um ato infracional”. Segundo ele, “como dizer que está havendo abuso de autoridade por parte daqueles que estão apenas cumprindo a justiça? ”, indagou.

Fotos: Romeu Sousa

Elton John da Rocha Neves, representando o Sindicato da Polícia Civil do Maranhão, falou que “é inadmissível que queiram responsabilizar todos aqueles que combatem a criminalidade, pelas ações e ferramentas que usamos para apurar este crime”.

Representando o Sindicato dos Servidores da Polícia Federal no Maranhão, José de Ribamar Freire de Sousa, recomendou que as entidades não devem ficar afastadas da sociedade civil organizada. “Nós temos que estar perto da população, pois não somos inatingíveis”, disse.

Aldecy Ribeiro, presidente da Federação das Uniões de Moradores do Estado do Maranhão ressaltou que a sociedade civil é a parte mais ofendida e atacada nesses tipos de projetos. “Nós podemos pensar que essa Lei irá nos proteger, pelo contrário, ela vem maquiada de diversas maldades”, enfatizou.

Fotos: Romeu Sousa

AUTORIDADES PRESENTES

Estiveram presentes ao ato público os procuradores de justiça Eduardo Jorge Hiluy Nicolau (corregedor-geral do MPMA), Mariléa Campos dos Santos Costa (subprocuradora-geral para Assuntos Administrativos), Carlos Avelar Silva, representando o Colégio de Procuradores e Themis Maria Pacheco de Carvalho. O diretor das Promotorias de Justiça da Capital, Paulo Avelar também participou da manifestação, além de demais membros do Ministério Público maranhense.

O ato também contou também com a presença de magistrados, polícias, militares e sociedade civil organizada.

MPMA é tricampeão na categoria Redução da Corrupção

A entrega do Prêmio CNMP 2019 aconteceu nesta quinta-feira, 22, durante a solenidade de abertura do 10° Congresso Brasileiro de Gestão do Ministério Público, em Brasília.

Pelo terceiro ano consecutivo, o Ministério Público do Maranhão (MPMA) foi o vencedor na categoria Redução da Corrupção. Pela primeira vez, o MPMA venceu todos os prêmios da categoria. Em primeiro lugar, o projeto “A Cidade não pode parar – pela transparência na transição municipal”. No segundo lugar, o projeto “Cidadão consciente – gestão transparente” e, em terceiro, o projeto “Administração pública legal”.

Na categoria Comunicação e Relacionamento, o segundo lugar ficou com o projeto “Nas redes sociais diga o que pensa, sem ofensas”.

Ao receber as premiações, o procurador-geral de justiça, Luiz Gonzaga Martins Coelho, ressaltou a importância do momento para a instituição. “Somos tricampeões na Redução da Corrupção e este ano levamos todos os prêmios da categoria, além de um prêmio na categoria Comunicação e Relacionamento. Um feito inédito para a instituição, resultado de um trabalho em equipe, compromissado com os resultados”, afirmou.

Em seu discurso, também destacou que “minha palavra hoje é de gratidão. Agradeço a todos os membros, servidores e parceiros do Ministério Público do Maranhão. Não trabalhamos isolados, não conseguiríamos tantos resultados positivos sem o compromisso de todos.” Luiz Gonzaga também frisou as parcerias institucionais. “O trabalho em parceria tem sido a marca dessa gestão. A Rede de Controle do Maranhão é uma das mais fortes do Brasil e vem prestando um relevante serviço à população de nosso estado, principalmente para a parcela que mais precisa”, disse.

O ministro do Tribunal de Contas da União, Raimundo Carreiro e o Presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão, Erlanio Xavier, também compareceram à premiação em face da relevante parceira mantida com as referidas instituições para o sucesso dos projetos.

Também participaram da premiação os promotores de justiça Raimundo Nonato Leite Filho (diretor da Secretaria de Planejamento e Gestão), Cláudio Rebêlo Corrêa Alencar (coordenador do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Patrimônio Público e da Probidade Administrativa), Nahyma Ribeiro Abas e Alessandro Brandão Marques, idealizadores dos projetos premiados.

OS PROJETOS

O projeto “A Cidade não pode parar – pela transparência na transição municipal”, 1° lugar na categoria Redução da Corrupção, foi desenvolvido para evitar o desmonte da administração pública ao final das eleições municipais e no período de mudança da gestão municipal, garantindo a correta destinação das verbas depositadas nas contas públicas ao final da gestão e a transparência dos atos.

Os resultados do projeto incluem o bloqueio de mais de R$ 27 milhões, a aprovação da PEC da Transparência e de mais 25 projetos de leis municipais versando sobre transparência na transição municipal. Além disso, foi registrada a adesão de 70% dos municípios e a decisão do Tribunal de Contas da União proibindo a União de antecipar os repasses dos valores da repatriação, preservando o patrimônio público para as gestões que estavam iniciando.

Vencedor do 2° lugar na categoria Redução da Corrupção, a campanha “Cidadão consciente – gestão transparente” foi desenvolvida pelo Núcleo Regional de Atuação Especializada da Probidade Administrativa e Combate à Corrupção (Naepac) em parceria com a Coordenadoria de Modernização e Tecnologia da Informação do MPMA.

Visando identificar e combater as situações de acúmulo ilegais de cargos públicos e de funcionários fantasmas, foi realizado o cruzamento de dados dos servidores de todos os municípios maranhenses. Foram identificados mais de 20 mil casos de acúmulos indevidos, uma economia projetada de R$ 5 milhões em Imperatriz e de aproximadamente R$ 300 milhões em todo o Estado, além da realização das audiências públicas. Durante os Encontros Regionais de Gestão Estratégica, edição 2019, o projeto foi levado a todas as regiões, com a participação de gestores, vereadores e da sociedade em geral.

Coordenado pelo Centro de Apoio Operacional de Defesa do Patrimônio Público e da Probidade Administrativa (Caop-Proad), o projeto “Administração Pública Legal” ficou em 3° lugar e mobilizou membros do MPMA para combater a corrupção e responsabilizar os gestores ímprobos. Além disso, englobou os programas Câmara em Dia – que firmou 88 Termos de Ajustamento de Conduta – e um trabalho que analisa os portais da transparência das Câmaras e Prefeituras de todo o estado.

COMUNICAÇÃO E RELACIONAMENTO

O projeto “Nas redes sociais diga o que pensa, sem ofensas”, 2° lugar na categoria Comunicação e Relacionamento, discutiu com a sociedade o uso consciente das redes sociais, esclarecendo ao cidadão sobre postagens na internet e suas consequências.

Idealizado pela 6ª Promotoria de Justiça Criminal de Imperatriz, o projeto contribuiu para a diminuição do número de processos na comarca  por crimes contra a honra praticados nas redes sociais. Além disso, mais de 2 mil alunos das escolas públicas dos municípios de Imperatriz, Estreito, João Lisboa, Amarante e Açailândia participaram das palestras sobre o tema.

O PRÊMIO CNMP

O Prêmio CNMP foi instituído por meio da Resolução n° 94, de 22 de maio de 2013, para dar visibilidade aos projetos do Ministério Público brasileiro que mais se destacaram na concretização dos objetivos do Planejamento Estratégico Nacional do MP.

Integram a Comissão Julgadora os conselheiros do CNMP, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), as associações de classe do MP, as escolas do MP, representantes da comunidade acadêmica, da Câmara dos Deputados, do Ministério dos Direitos Humanos, de organizações dos movimentos sociais, de organizações não governamentais, do Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais do Trabalho e da Associação Brasileira de Imprensa (ABI).

Nesta edição, concorreram 1030 iniciativas do Ministério Público brasileiro, dos 2227 projetos inscritos no Banco Nacional de Projetos. Foram premiados 27 projetos. Os trabalhos foram enquadrados em nove categorias: Defesa dos Direitos Fundamentais, Transformação Social, Indução de Políticas Públicas, Redução da Criminalidade, Redução da Corrupção, Unidade e Eficiência da Atuação Institucional e Operacional, Comunicação e Relacionamento, Profissionalização da Gestão e Tecnologia da Informação.

REVISTA

O MPMA também foi destaque no lançamento da revista “O Ministério Público e o controle externo da atividade policial”, do CNMP.

Lançada na terça-feira, 20, em Brasília, a revista compila artigos e reflexões sobre o papel do MP no controle externo da atividade policial. Membros de vários estados contribuíram para a edição. Pelo MPMA, participaram o promotor de justiça Cláudio Alberto Gabriel Guimarães e a procuradora de justiça Themis Maria Pacheco de Carvalho.

Já na edição da Revista Jurídica da Corregedoria Nacional, colaborou o promotor de justiça José Márcio Maia Alves, com o artigo “A efetividade da democracia participativa na promoção de direitos sociais: uma reflexão a partir da teoria da ação comunicativa e de uma postura proativa do Ministério Público.”


Com informações MPMA

AMPEM e diversas entidades realizam ato público em defesa do Ministério Público e judiciário

Nesta sexta-feira, 23, a Associação do Ministério Público do Estado do Maranhão (AMPEM) em conjunto com a Frente Associativa da Magistratura e do Ministério Público do Maranhão (Frentas-MA) e diversas entidades, realizarão ato público contra a aprovação do Projeto de Lei 7596/17 de Abuso de Autoridade.
A manifestação acontecerá a partir das 9h, na sede das Promotorias de Justiça da Capital, no Calhau.

 Pedido de Veto

A Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (CONAMP) protocolou pedido de veto ao PL de Abuso de Autoridade , aprovado pela Câmara dos Deputados no dia 14 de agosto.

No documento, a entidade apresenta uma série de argumentos técnicos e jurídicos quanto às inconstitucionalidades (inclusive por vícios formais), inadequações e riscos da proposição ao funcionamento do sistema de Justiça. “Os tipos penais vagos são inconstitucionais porque permitem variadas interpretações acerca de seu conteúdo, colocam nas mãos do julgador a definição casuística daquilo que é crime ou não é; e, consequentemente, permitem persecuções indevidas”, conclui o texto. A CONAMP, portanto, solicita o veto integral do PL 7596/17.

Confira o documento aqui.



Abuso de autoridade: manifesto em Brasília reúne Ministério Público, Judiciário e Polícia

Manifestação em Brasília

Nesta terça-feira, 20 , lideranças associativas realizaram manifesto em Brasília contra a sanção do PL 7596/17, que define os crimes de abuso de autoridade. A medida foi aprovada pela Câmara dos Deputados no dia 14 de agosto e aguarda análise presidencial.

Além de associados e integrantes da CONAMP e afiliadas, participaram do ato público representantes da Magistratura e das forças policiais. A concentração foi no Supremo Tribunal Federal. Logo após o grupo com mais de 300 pessoas caminhou até o Palácio do Planalto.

“Esta não é uma bandeira restrita às entidades de classe. É uma luta em prol da sociedade brasileira, contra a corrupção e a criminalidade”, discursou o 1º vice-presidente da CONAMP, Manoel Murrieta. Todos os presidentes das entidades que compõem a Frente Associativa da Magistratura e do Ministério Público (Frentas) também tiveram espaço de fala.


Informações CONAMP

CONAMP formaliza pedido de veto ao projeto de Abuso de Autoridade

Em reunião nesta terça-feira, 20, com o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Jorge Oliveira, integrantes da CONAMP protocolaram, no Palácio do Planalto, solicitação de veto ao projeto de lei que define os crimes de abuso de autoridade (PL 7596/17), aprovado pela Câmara dos Deputados no dia 14 de agosto.

No documento, a entidade apresenta uma série de argumentos técnicos e jurídicos quanto às inconstitucionalidades (inclusive por vícios formais), inadequações e riscos da proposição ao funcionamento do sistema de Justiça. “Os tipos penais vagos são inconstitucionais porque permitem variadas interpretações acerca de seu conteúdo, colocam nas mãos do julgador a definição casuística daquilo que é crime ou não é; e, consequentemente, permitem persecuções indevidas”, conclui o texto. A CONAMP, portanto, solicita o veto integral do PL 7596/17.

O encontro foi articulado pelo Conselho Nacional de Procuradores Gerais (CNPG) que também protocolou pedido de veto ao projeto.

Confira na íntegra o documento: PEDIDO DE VETO




Informações CONAMP

CONAMP realiza ato público em favor do MP

A Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (CONAMP) realizará em conjunto com a Frente Associativa da Magistratura e do Ministério Público (Frentas) e diversas entidades do judiciário, ato público nesta terça-feira, 20, em Brasília.

A manifestação ter por objetivo repudiar a recente aprovação do Projeto de Lei do Abuso de autoridade (n 7.596/2017) e também defender a independência do Ministério Público e magistratura.

AMPEM recebe visita institucional do coordenador da Unimed Seguros no NE

A Associação do Ministério Público do Estado do Maranhão (AMPEM) reuniu-se nesta segunda-feira, 19, na sede da entidade classe, com o novo coordenador de relacionamento Nordeste, da UNIMED Seguros, Ricardo Bueno.

Na oportunidade, o coordenador apresentou-se ao presidente da AMPEM, Tarcísio Bonfim, e colocou-se à disposição da associação. Também participaram da reunião, Liana Almeida e Wallace Matheus, diretora e representante da Nature Corretora de Seguros, respectivamente.

Renovação plano de saúde da UNIMED

A AMPEM renovou o plano de saúde com a UNIMED Seguros até setembro de 2020.

Inicialmente, a seguradora propôs um reajuste de 11, 29%. A entidade de classe, visando assegurar a qualidade da assistência à saúde privada com os menores índices de reajustes anuais, formulou contraposta para que a renovação se desse sem a implantação de qualquer percentual. Desta forma, o plano teve renovação sem qualquer reajuste para os associados da AMPEM.

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