A Associação do Ministério Público do Estado do Maranhão (AMPEM)
realizará no dia 20 de abril, o III Fórum de Estudos Jurídicos, na
cidade de Timon. O evento ocorrerá a partir das 8h30, no prédio das
Promotorias de Justiça da cidade.
O encontro terá como tema “Ritos e Casuística na área da saúde (TFD,
PAB, Atendimento em plantão) e será ministrado pela promotora de justiça
Maria da Glória Mafra Silva, titular da 2ª Promotoria da Saúde de São
Luís.
Na ocasião, a promotora de justiça abordará os subtemas: “Conformação e
realidade do Estado do Maranhão”, “Conhecendo as Redes de Atenção à
Saúde habilitadas e não habilitadas pelo Ministério da Saúde no Estado
do Maranhão”, “Entendendo a (des)assistência farmacêutica no âmbito do
Estado e dos Municípios Maranhenses”, “Defesa da Saúde – Atos Normativos
do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), Conselho Nacional de
Justiça (CNJ), Conselho Nacional de Procuradores Gerais – CNPG/COPEDS”,
“Judicialização na Saúde – Polêmicas e debates – Cenário Maranhense”,
“Atuação Ministerial – como garantir a efetividade do direito à saúde
para o cidadão maranhense”.
As inscrições estão abertas até o dia 19/04 e poderão ser feitas pelo email institucional ampem@mpma.mp.br ou nos telefones (98) 3304-5480/ 8114-2219.
Encerrando a programação do último dia 26, do seminário do Ministério
Público “25 anos da Lei de Improbidade Administrativa: conquistas,
desafios e perspectivas”, foi realizado o lançamento do livro da
promotora de justiça Ana Luiza Ferro intitulado “Justiça em Kelsen e
Direito em Luhmann”. O evento aconteceu no auditório da Procuradoria
Geral de Justiça.
Na oportunidade, a promotora de justiça realizou sessão de autógrafos do livro.
Ana Luiza é Doutora e Mestra em Ciências Penais pela Universidade
Federal de Minas Gerais (UFMG), graduada em Letras e Direito pela
Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Membro de Honra da Sociedade
Brasileira de Psicologia Jurídica (SBPJ), membro do Latin American
Quality Institute (LAQI), da Accademia Internazionale Il Convivio, do
PEN Clube do Brasil, do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão
(IHGM), da Academia Caxiense de Letras (ACL) e da Academia Ludovicense
de Letras (ALL), da qual também é um dos fundadores. A representante
ministerial é nona mulher a integrar os quadros da AML, em quase 109
anos decorridos desde a sua fundação em 1908.
Por meio de nota pública divulgada na última quarta-feira, 28, a CONAMP
reafirma “integral e irrestrito apoio à atual jurisprudência do STF que
autoriza o início da execução da pena após condenação em 2ª
instância”. O posicionamento já havia sido declarado em fevereiro de 2016.
“Eventual reversão desse entendimento implicaria em evidente retrocesso
jurídico, dificultando a repressão a crimes, favorecendo a prescrição
de delitos graves, gerando impunidade e, muitas vezes, até
inviabilizando o trabalho desenvolvido pelo Sistema de Justiça Criminal e
em especial pelo Ministério Público brasileiro no combate à
macrocriminalidade”, é dito na nota.
Confira a íntegra do documento:
NOTA PÚBLICA
A ASSOCIAÇÃO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO – CONAMP, entidade de
classe de âmbito nacional que representa mais de 16 (dezesseis) mil
Procuradores e Promotores de Justiça do Ministério Público brasileiro,
vem publicamente manifestar seu integral e irrestrito apoio à atual
jurisprudência do STF que autoriza o início da execução da pena após
condenação em 2ª instância.
Eventual reversão desse entendimento implicaria em evidente retrocesso
jurídico, dificultando a repressão a crimes, favorecendo a prescrição de
delitos graves, gerando impunidade e, muitas vezes, até inviabilizando o
trabalho desenvolvido pelo Sistema de Justiça Criminal e em especial
pelo Ministério Público brasileiro no combate à macrocriminalidade.
A atual jurisprudência – que resgatou o entendimento que vigorou
durante quase 20 anos desde a promulgação da Constituição de 1988, e até
muito antes dela – foi fixada pelo plenário da Suprema Corte após
exaustivos debates e nos recolocou na trilha da realidade institucional
dos países onde vigora o império das leis e o princípio de que elas
devem alcançar a todos.
A revisão desse entendimento, sem que tenha sobrevindo qualquer
alteração nos textos constitucionais e legais aplicáveis, constitui
fonte de grave insegurança jurídica, e, seguramente, acarretará o
restabelecimento da regra da impunidade no Brasil, a par de, em muitos
casos, inviabilizar a atuação da justiça e do Ministério Público contra
criminosos de elevado poder econômico e/ou político.
Cumpre lembrar que, à luz da legislação nacional, os recursos
extraordinário e especial não permitem a rediscussão de matéria
fático-probatória, de maneira que a jurisdição, quanto a esse aspecto,
se encerra definitivamente em 2ª instância, não havendo qualquer razão
para se presumir que os órgãos que até então tenham atuado na persecução
penal hajam executado irregularmente suas funções – sobretudo no
vigente ambiente democrático, de absoluta transparência e de plenas
liberdades.
Confiamos que o Supremo Tribunal Federal cumprirá sua missão de
assegurar a estabilidade institucional, preservando de qualquer
indagação de casuísmo sua orientação jurisprudencial recentemente fixada
e que muito tem contribuído no combate à criminalidade.
Ocorreu na última segunda-feira, 26, a abertura do seminário “25 anos
da Lei de Improbidade Administrativa: conquistas, desafios e
perspectivas” no auditório da Procuradoria Geral de Justiça. O evento
foi idealizado pelo Ministério Público do Maranhão, por meio do Centro
de Apoio Operacional da Probidade Administrativa (CAOp-ProAd), Escola
Superior do Ministério Público (ESMP) e acontece até esta terça-feira
(27).
O presidente da Associação do Ministério Público do Estado do Maranhão
(AMPEM), Tarcísio Bonfim, esteve presente na cerimônia compondo a mesa
solene, representando a entidade de classe.
Em seu discurso, reforçou a necessidade da defesa da probidade na
administração pública como ponto fundamental para que a atuação
ministerial de garantia aos direitos do cidadão se fortaleça.
Já o procurador-geral de justiça, Luiz Gonzaga Martins Coelho,
ressaltou a importância do seminário por homenagear a lei de
improbidade, “que nasceu para se viabilizar como um instrumento eficaz
de combate à corrupção”.
O seminário tem como público alvo os membros e servidores do Ministério
Público e à comunidade jurídica e acadêmica. Após a abertura, houve
palestra do promotor de justiça Flávio Cardoso Pereira (MPGO), com o
tema “A importância do combate à corrupção para o regime democrático”.
Também compuseram a mesa solene dos trabalhos, além de Tarcísio
Bonfim, o corregedor-geral do MPMA, Eduardo Hiluy Nicolau, a
subprocuradora-geral para Assuntos Administrativos, Mariléa Campos dos
Santos Costa, a diretora da ESMP, Ana Teresa Silva de Freitas , o
coordenador do CAOp-Proad, Cláudio Rebelo Correia Alencar, e o
procurador-geral do Ministério Público de Contas, Jairo Cavalcante
Vieira.
Na última segunda-feira, 26, a Associação do Ministério Público do
Estado do Maranhão (AMPEM) realizou reunião com os membros inativos do
MP, na sede da entidade de classe.
Estiveram presentes no encontro o presidente da AMPEM, Tarcísio Bonfim,
e os associados Sirgenê Sousa, Jayro Lins, Manuel Octávio, Luiz
Henrique Lago e Josemar Castro.
Na ocasião, Sirgenê Sousa tratou dos informes da reunião 2ª Reunião
Ordinária do Grupo Nacional de Inativos do MP, que ocorreu em Brasília
no último dia 13 de março.
Além disso, também foram pautados temas como a política remuneratória
do MP e paridade entre ativos e aposentados, a atuação das associações
nas reinvindicações dos associados aposentados e a definição da data e
programação do Dia da Saúde na AMPEM.
Foi reconduzia ao cargo de diretora da Escola Nacional do Ministério
Público (Enamp) para o biênio 2018/2020, a promotora de justiça Ana
Teresa Silva de Freitas, diretora da Escola Superior do MPMA. A
cerimônia de posse aconteceu em Brasília, na última quinta-feira, 22.
Em seu discurso, Ana Teresa, agradeceu a confiança do Colegiado, dos
coordenadores da ENAMP e o apoio do MPMA. “Para o próximo biênio, muitos
projetos, entre eles os cursos EAD, os convênios com novas
universidades e a consolidação de cursos já ministrados no primeiro
biênio. Sempre em postura aberta, crítica e multidisciplinar”, disse
ela.
A nova diretoria da ENAMP foi escolhida no dia 16 de novembro do ano
passado, em reunião do Colégio de Diretores de Escolas e Centros de
Estudos e Aperfeiçoamento Funcional dos Ministérios Públicos do Brasil
(CDEMP). O encontro foi realizado na sede do Ministério Público de Santa
Catarina (MPSC), em Florianópolis.
Para o cargo de diretor-adjunto, foi escolhido o promotor de justiça do
MP do Rio Grande do Norte (MPRN), André Mauro Azevedo, que auxiliará
Ana Teresa Freitas na direção da escola nacional.
Em reunião realizada nesta quarta-feira (22), o conselho deliberativo
da CONAMP definiu que Goiás irá receber em 2019 o Congresso Nacional do
Ministério Público. O tradicional evento ocorre de dois em dois anos.
Goiás irá sediar a 23ª edição. Em 2017 o congresso foi realizado em Belo
Horizonte (MG).
Também foram debatidas estratégias de atuação institucional quanto à recomposição salarial e auxílio-moradia.
Foram ainda discutidos assuntos como organizações criminosas; execução
provisória da pena após julgamento em segunda instância; capacidade
eleitoral ativa; composição dos Grupos de Atuação Especial de Combate ao
Crime Organizado (GAECOs); questões que tramitam no Conselho Nacional
do MP (CNMP); e demandas de associados aposentados e inativos.
Tomaram posse, na última sexta-feira, 16, os promotores justiça
promovidos para São Luís no dia 9 de março. A solenidade aconteceu no
gabinete da Procuradoria Geral de Justiça, durante a qual foram
empossados os promotores de justiça Douglas Assunção Nojosa, Rosalvo
Bezerra de Lima Filho, Clodomir Bandeira de Lima Neto, Carlos Henrique
Brasil Teles de Menezes, Elisabeth Albuquerque de Sousa Mendonça e
Geraulides Mendonça.
Durante a posse, o procurador-geral de justiça, Luiz Gonzaga Martins
Coelho, destacou que São Luís ganha um grande reforço com a chegada de
promotores de justiça competentes e com uma grande história na
instituição.
O promotor Carlos Henrique Menezes agradeceu pela confiança depositada
nos promovidos, afirmando que a chegada a São Luís é um incentivo à
continuidade do serviço desenvolvido nos 25 anos de Ministério Público.
Já a promotora de justiça Geraulides Castro afirmou chegar à capital
com a mesma disposição de 23 anos atrás, quando iniciou sua carreira na
instituição, ressaltando que não importa o título que o servidor público
tenha, sua missão é atender aos anseios da sociedade.
Representantes do MPMA estiveram presentes na solenidade de posse.
Foi empossada, na última sexta-feira, 16, a nova Diretoria do Conselho
Nacional de Ouvidores do Ministério Público dos Estados e da União
(CNOMP). O evento ocorreu no Hotel Luzeiros, localizado na Ponta do
Foral. Na ocasião, a ouvidora do Ministério Público do Maranhão, Rita de
Cássia Maia Baptista, tomou posso no cargo da presidência, para o
mandato de 2018/2019.
Compondo a mesa de trabalhos, o presidente da Associação do Ministério
Público do Estado do Maranhão (AMPEM), Tarcísio Bonfim, esteve presente
representando a entidade de classe. Ele destacou a importância do
trabalho da ouvidora Rita de Cássia, junto à Ouvidoria. “Como presidente
da CNOMP, a ouvidora estenderá para todo o país, o efetivo trabalho que
faz à frente da Ouvidoria do MPMA. ”, ressaltou.
Em seu discurso, a atual presidente da CNOMP, destacou as qualidades da
gestão da ex-presidente Rose Meire, à frente do conselho. “Foi uma
gestão inovadora, que produziu uma mudança de paradigma, reforçando o
papel da ouvidoria como importante instrumento da democracia
participativa”. Disse.
Além disto, afirmou que o grande desafio do Conselho é manter a
credibilidade que as ouvidorias conquistaram junto à população, como
instrumentos de controle social.
Além de Rita de Cassia Baptista, foram empossados Jayme Henrique
Ferreira, ouvidor do MP do Amapá, no cargo de vice-presidente, Maria
Neves Feitosa Campos, ouvidora do MP do Ceará, no cargo de secretária,
Maria Conceição Figueiredo Rollemberg, ouvidora do Ministério Público de
Sergipe, como diretora de Finanças.
Já a nova diretora de Patrimônio Cultural é a ouvidora do MP do Goiás,
Orlandina Brito Pereira. O ouvidor do MP de Minas Gerais, Alceu José
Torres Marques é o novo diretor de Planejamento Estratégico. A ouvidora
do MP do Pará, Andréa Moura Santos Sampaio, assumiu a diretoria de
Comunicação.
Como vice-presidentes regionais tomaram posse Cleuza Boyda de Andrade
(Nordeste), Roberto Fleury de Souza Bertagni (Sudeste), Rose Meire
Cyrillo (Centro-Oeste), Ney Roberto Zanlorenzi (Sul) e Héverton Aguiar
(Norte).
Também compuseram a mesa de trabalhos o procurador-geral de justiça,
Luiz Gonzaga Martins Coelho, o ministro Reynaldo Soares da Fonseca, do
Superior Tribunal de Justiça, o subprocurador-geral da república Nicolao
Dino de Castro e Costa, o procurador-chefe do Ministério Público
Federal no Maranhão, José Raimundo Leite Filho, o procurador-geral do
Estado do Maranhão, Rodrigo Maia, representando o governador Flávio
Dino, a subprocuradora-geral de justiça para Assuntos Administrativos do
MPMA, Mariléa Santos dos Campos Costa, o ouvidor do Tribunal de Justiça
do Maranhão, José Luiz Oliveira de Almeida, o controlador-geral do
Município de São Luís, Jackson dos Santos Castro, que representou o
prefeito Edivaldo Holanda Junior, o ouvidor-geral do Estado, Marcos
Antonio Canário Caminha, e o presidente da Ordem dos Advogados do
Brasil– seccional Maranhão, Thiago Diaz.
Estiveram presentes na solenidade, autoridades do Ministério Público do
Maranhão e de todo o país, integrantes do CNOMP, representantes do
Poder Judiciário, dos Executivos estadual e municipal e convidados.