
Os associados e dependentes terão desconto de 20% nas diárias ou mensalidades, e ofertas especiais nos planos master, premium e recorrência.
Mais informações: AMPEM (98) 3304-5480 ou (99) 3526-3064.

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Mais informações: AMPEM (98) 3304-5480 ou (98) 99168-8080.
Obs: Desconto não cumulativo com as promoções vigentes da clínica.

O presidente da Associação do Ministério Público do Estado do Maranhão (AMPEM), Gilberto Camara, recebeu na manhã desta sexta-feira, 19, uma visita institucional do presidente da Associação dos Defensores Públicos do Estado do Maranhão (ADPEMA), Cristiano Matos de Santana.
Durante o encontro foram discutidos temas de interesse de ambas as classes, como a ação popular contra a Lei de Emolumentos dos fundos do Ministério Público e da Defensoria Pública do Maranhão, a cooperação entre as entidades, a reforma estadual da previdência, dentre outros assuntos.
O presidente Cristiano Matos destacou a importância da visita institucional para fortalecimento de demandas em comum. “Realizamos este encontro entre as entidades, eu enquanto representante das defensoras e dos defensores públicos do Maranhão para trazermos à tona algumas discussões em comum para as duas carreiras, sempre em prol do povo do estado”, explicou.
Ao pontuar detalhes dos assuntos abordados na reunião, o presidente Gilberto Camara explanou sobre a expectativa entre a AMPEM e a ADPEMA, no sentido de gerar e debater ações que visem o bem-estar e a garantia de direitos da categoria.
“Junto aos assuntos mencionados, discutimos também a realização de parcerias, não só na capital como no interior do estado, além da realização de outras atividades comuns de interesse geral das duas classes, principalmente com a perspectiva da reforma da previdência do estado do Maranhão. Então, traçamos alguns objetivos a serem alcançados em 2021 e trocamos experiências administrativas de maneira que possamos desenvolver ainda mais nossas associações com bases em trabalhos já exitosos de cada uma das instituições”, declarou.

Para obterem o desconto, os associados deverão apresentar um documento que comprove o vínculo associativo com a AMPEM no momento em que entregarem a peça.
Mais informações: AMPEM (98) 3304-5480 e 5ÀSEC (86) 3232-727.
Lino Raposo Moreira, PhD, Economista
Da Academia Maranhense de Letras.

Um dos tormentos perenes dos habitantes desta cidade de São Luís é a poluição sonora. Existe no Maranhão uma Lei do Silêncio, que trata, entre diversos outros itens, do nível de emissão de sons em todo o Estado. No entanto, na prática, seus cidadãos têm vivido, faz muitos anos, sob a ditadura dessa infração grave da legislação ambiental, com todos os males físicos e mentais daí advindos, conforme mostram centenas de estudos, sem as autoridades (ir)responsáveis pelo meio ambiente cumprirem seu dever.
Quais os motivos de algumas autoridades não atuarem como deveriam? O principal é a visão e os interesses políticos de curtíssimos prazos dos administradores. Omitindo-se, grande parte deles pensa ganhar mais votos do que ganharia reprimindo o infrator. Alguns não querem se incompatibilizar com algum “influencer não digital”, talvez vereador ou deputado; outros não desejam desagradar nenhum “influencer político” de araque, e assim por diante. Isso faz parte da cultura do mal afamado jeitinho brasileiro.
Nem tudo, porém, pertence ao mundo do sem jeito. Recentemente li uma nota da AMPEM – Associação do Ministério Público do Estado do Maranhão, de apoio ao promotor de Justiça Cláudio Guimarães. Tal posicionamento nos dá esperança de eliminação do caos ambiental dominante por aqui.
Qual a razão desse pronunciamento da AMPEM? O promotor Cláudio Guimarães, coordenador da Operação Harpócrates (o deus do silêncio), integrada, ainda, pelas polícias Civil e Militar; Corpo de Bombeiros; Secretaria de Trânsito e Transporte vem cumprindo seu dever de fiscalizar bares e restaurantes e exigir obediência ao ordenamento legal. Só assim a ocorrência de infrações à Lei do Silêncio será evitada, como também o será a de aglomerações e outros comportamentos contrários ao esforço de controle da pandemia da covid-19, por parte de frequentadores desses estabelecimentos, com a conivência de seus proprietários. Como sabe, a covid é doença letal e já causou a morte de 250.000 pessoas no Brasil aproximadamente.
Quando a firmeza da operação foi percebida, levantou-se campanha contra Cláudio, de parte de alguns políticos e de proprietários de bares e restaurantes, interessados tão só na própria reeleição ou em lucros, à custa da vida alheia, mas desinteressados pelo direito constitucional de os cidadãos viverem em bem-estar com sua família. Nessas horas, mostra o histórico desses casos, apelos são feitos pelos violadores da lei em favor de um acordo – que acordo não seria –, pelo qual as autoridades fechariam os olhos a práticas ilegais, em nome da criação ou preservação de empregos. Ora, por esse raciocínio, também se poderia ser compreensivo com o mercado de drogas, pois o combate contra seus barões também leva ao desemprego muitos soldados do tráfico. Não se pode nem se deve negociar com quem age ilegalmente.
As ameaças contra a missão do promotor Cláudio Guimarães são parte de uma cultura acostumada a considerar normal a existência de leis que não pegam e não são aplicadas. Estas servem, assim, apenas ao fim de criação de propaganda enganosa, como na afirmação falaciosa de termos “uma das melhores legislações ambientais do mundo”. Não adianta tê-la, se não é obedecida.
Já passamos da hora da aplicação efetiva das leis aqui. O apoio ao bom trabalho feito pela Operação Harpócrates não é favor, é obrigação. Não respeitar as leis é como espalhar o vírus da ilegalidade nas próprias entranhas da sociedade.

Na última sexta-feira (12), foi publicado no diário oficial novos decretos Presidente da República tratando do registro, porte, renovação de registro e outros assuntos relacionados a arma de fogo (Decretos nºs 10.627, 10.628, 10.629 e 10.630, de 12 de fevereiro de 2021).
As novas normativas contemplam pleitos da CONAMP, conforme requerimentos protocolados pela entidade junto à Presidência da República, à Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados (DFPC) do Comando do Exército e ao Ministério da Justiça e Segurança Pública.
Os membros do Ministério Público podem, portanto, utilizar armas do acervo de CAC para defesa pessoal. Foi também modulada a exigência de comprovação de habitualidade para a concessão ou renovação de registro e para a emissão de guia de tráfego, bastando a apresentação da identidade funcional, acompanhada de declaração de próprio punho. Há ainda a permissão de aquisição além do limite comum de 02 armas de uso restrito, desde que a instituição de origem ateste o cumprimento dos requisitos legais e regulamentares à aquisição de arma de fogo. Os decretos estabelecem que os procedimentos atinentes ao registro e demais atos sejam preferencialmente eletrônicos.
“A partir dessas modificações e de todo o trabalho realizado, cujo foco principal foi possibilitar o exercício constitucional e legal da prerrogativa funcional de porte de arma, a CONAMP reafirma sua posição de defensora das prerrogativas dos membros do Ministério Público Brasileiro”, afirma o presidente da CONAMP, Manoel Murrieta.

A AMPEM informa que a missa de sétimo dia do sr. Marco Antônio Ramos Fonseca, irmão do promotor de justiça, Marco Aurélio Ramos Fonseca, ocorrerá nesta sexta-feira (12), às 19h30, na igreja Santo Antônio de Pádua, localizada no bairro do Cohajap.
Toda a Diretoria se solidariza por essa imensa perda e roga a Deus pelo conforto, fé e esperança aos amigos e familiares, neste momento de dor e enlutamento.

A Associação do Ministério Público do Estado do Maranhão (AMPEM) informa que a academia, pilates, natação e os serviços administrativos da entidade funcionarão normalmente nos dias 15, 16 e 17 de fevereiro.
A Diretoria.
A JUSPREV, Previdência Associativa instituída por sua Associação de Classe, está com condições exclusivas de planos previdenciários para associados da AMPEM e seus familiares!
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